Angela Martins
O índice de inadimplência em condomínios residenciais do ABC no último ano caiu 12,1%, de acordo com levantamento da Lello, empresa líder em administração de condomínios no Estado de São Paulo. O estudo contempla cerca de 60 condomínios da região, o que representa 3 mil apartamentos, aproximadamente.
No ano passado, o número de boletos em aberto após 30 dias da data do vencimento, o que caracteriza inadimplência efetiva, representou 3,75% do total emitido. No ano anterior esse índice foi de 4,27% e, em 2007, de 4,6%. Segundo o estudo, a redução na inadimplência na região foi de 18,4% em dois anos.
Segundo a empresa , dois fatores são apontados como determinantes para a queda: a recuperação da economia em 2009, que elevou o padrão financeiro das pessoas e a lei estadual que permitiu, desde meados de 2008, inscrever condôminos devedores nos serviços de proteção ao crédito.
O estudo indica que o índice de boletos atrasados há mais de 30 dias no ABC chegava a picos superiores a 6% até o primeiro semestre de 2008. Depois da vigência da nova lei esse percentual passou a oscilar entre 3% e 5%.
O atraso de cotas condominiais pode gerar protesto destas cotas em cartório e ação judicial de cobrança, no entanto o prazo para que isso ocorra é relativo, conforme explica a gerente de marketing da Lello Condomínios, Angélica Arbex. Segundo ela, o condomínio pode cobrar a dívida através de conversas amigáveis. “Caso não obtenha sucesso, pode-se protestar as cotas em cartório e iniciar uma ação judicial de cobrança”, afirma.
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