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Ousadia que não tem fim - Portal Condomínio em Foco -

Ousadia que não tem fim

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Segurança pública Ribeirão é a segunda do Estado em roubos contra condomínios; Campinas lidera a lista em São Paulo.

Ribeirão Preto é a segunda cidade do Interior do Estado de São Paulo a registrar o maior número de assaltos a condomínios —em cinco anos, do total de 31% de casos no Interior, a cidade registrou 2,6%. Campinas é a cidade que mais concentrou esse tipo de ocorrência, com 18,6%.

Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública apontam que o Interior segue na contramão da Capital, que registrou queda nesse tipo de crime durante o período.

Levantamento da Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), órgão da SSP, analisou 313 casos registrados em todo o Estado entre 2005 e 2009, e confirmou o fenômeno consolidado ao longo da última década da interiorização da criminalidade.

Há cinco anos, as cidades do Interior concentravam 26,1% das ocorrências de assaltos a condomínios, enquanto a Capital liderava com 50,7% dos casos. Passados cinco anos, o quadro se inverteu: os municípios fora da mancha urbana da Grande São Paulo, que antes eram considerados locais mais tranquilos para se viver, agora estão no topo da lista com 44,1% de ocorrências. Na Capital, o índice caiu para 39,7%.

Para o especialista em segurança pública José Vicente da Silva Filho, esses locais ainda continuam seguros. “Com toda certeza os condomínios são muito mais seguros para se viver. Não considero os números alarmantes”, afirma.

A análise feita pela CAP traça ainda um perfil padrão desses tipos de ocorrência. Entre os principais objetos levados pelos ladrões estão: dinheiro, celulares, joias, relógios, documentos e notebooks. O estudo revela que em 30% dos casos a maneira preferida para entrar em um condomínio é pulando o muro. A quarta-feira é o dia com maior volume de casos 19,96%, seguida pela sexta-feira, 16,8%.

O levantamento inclui condomínios verticais e horizontais —sendo que no Interior a predominância é de conjuntos de casas, enquanto na Capital e de prédios.

A SSP informou que os dados são de um levantamento interno e que em setembro do ano passado foi instituída a Delegacia Especializada em Combate a Roubos e Condomínios do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), com o objetivo de criar uma central de informações mais especializada para investigar esse tipo de crime. (Gabriela Yamada, da Gazeta de Ribeirão, e Luciana Brunca, da Agência Anhanguera)

OS NÚMEROS

Muros, câmeras e cancelas não freiam crime

313 Roubos a condomínios ocorreram de 2005 a 2009, segundo levantamento da Secretaria do Estado da Segurança Pública
44,1% Dos roubos em condomínios em todo o Estado estão concentrados no Interior do Estado de São Paulo
30% Dos casos de roubo começa com os bandidos pulando o muro, conforme levantamento da Secretaria do Estado da Segurança Pública

Maioria vê segurança

Desde quando se mudou para Ribeirão Preto, há dois anos, a engenheira química e jornalista, Carla Coltro, 38 anos, sempre morou em condomínios fechados. “Ouvia dizer que Ribeirão é uma cidade violenta”, afirmou. O condomínio onde mora, no bairro Iguatemi, decidiu reforçar a segurança e instalar 42 novas câmeras de circuito de monitoramento. “Moro em condomínio há nove anos. Na época, meus filhos eram pequenos e optei para garantir a segurança e ter mais qualidade de vida. Acho que a probabilidade de um condomínio ser assaltado é menor”, afirma o ator Sérgio Roberto Vergílio, de Campinas. (GY e LB)

DIG reúne todas as ocorrências

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto passou a concentrar todas as investigações sobre roubos em condomínios em setembro, por determinação da Secretaria de Estado da Segurança Pública. O objetivo pe criar um banco de dados na Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP).

Desde então, os boletins de ocorrência são registrados como “roubo em condomínio”, e não mais somente roubo, de forma genérica. O delegado titular da DIG, José Gonçalves Neto, disse que não é comum os roubos em condomínios, verticais ou horizontais, na cidade. “Em Ribeirão não existe uma quadrilha especializada porque, no Interior, é mais fácil haver fiscalização”, afirmou. A Polícia Civil passou a trabalhar ao lado de seguranças de condomínios na cidade, com o objetivo de combater o furto e o roubo. “Sempre que há movimentação suspeita, somos avisados”, afirmou. (GY)

Rota de fuga atrai bandidos

Os condomínios mais visados pelos assaltantes em Ribeirão Preto se localizam nas margens das estradas que liga a cidade a Bonfim, de acordo com a Delegacia de Investigações Gerais. No total, são 14 condomínios de padrões médio e alto nesta região.O odontólogo Ronaldo José Silva, que há um ano optou por morar em um condomínio, disse que embora haja a sensação de segurança, nenhum morador está livre da possibilidade de ser assaltado. “Os condomínios ficam vulneráveis quando imaginam que já são seguros”, afirmou. (GY)

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